quarta-feira, 14 de julho de 2010

O problema foi a falta de noção de espaço.

OI pessoal!



Já estou recuperado e o meu galo já foi cantar em outra cabeça e  meu olho já não está mais roxo.

Imaginem... galo na testa e olho roxo, logo eu que como o papaizinho diz, sou um menino tão bonito.

 Mas em tudo aprendemos alguma coisa. Eu por exemplo vou dar mais ouvido aos estudos que o papaizinho administra na igreja. Várias vezes ele chamou atenção do pessoal sobre a noção de espaço que é necessária quando alguém está no altar. Se eu tivesse lembrado disto quando estava brincando na cama, o tombo não teria acontecido.


Mas vamos deixar isso para trás, o pior já passou e eu já estou, não pronto para outra, bem para continuar brincando em cima da cama que é muito legal, ainda mais agora que o Lula proibiu os papaizinhos e as mamãezinhas de baterem na gente. Agora é só festa.

bjos do Miguel

domingo, 4 de julho de 2010

Vocês não intercederam por mim.

No meio do caminho havia um galo, havia um galo no meio do caminho...



Eu pedi não pedi? Eu avisei, não avisei que esse sábado sozinho com o papaizinho não ia da certo.

Pois bem, para que vocês fiquem com a consciência bem pesada, informo que estou indo para uma emergência com um galo na testa, depois dou mais detalhes do que aconteceu.

E ainda teve amiguinho que falou que a foto da casa de cabeça para baixo, da matéria anterior, era um exagero, é porque eles não conhecem o papaizinho.

Bjos, depois conta tudo

Miguel, o bebê do galo na testa.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que pode acontecer num sábado sem a mamãezinha.

OI Pessoal!!


Saí do meu berço de fininho sem ninguém perceber, eu já estava deitado para dormir, para escrever essa matéria pedindo a intercessão de todos os meus amiguinhos pelo meu dia de amanhã (sábado: 03/07).

 Esse é um daqueles sábados que minha mãe tem MBA e a tia Ruth não vem, sendo assim, creio que vocês já entenderam o problemão que eu estou metido. Vou passar o dia todo aos cuidados do papaizinho.

Ele é gente boa, tem muito boa vontade, brinca muito comigo, mas vocês sabem como é: mamãezinha é mamãezinha.

Quando estamos em casa somente eu e ele, entre muitos, o maior problema é que eu tenho que ficar muito vigilante, para que ele não nos coloque em nenhuma situação que possa deixar a mamãezinha preocupada, como se isso fosse possível, já que ela liga de hora em hora para saber se está tudo bem.

Quando o telefone toca, ele sempre olha para mim e diz para ela: “Está tudo tranqüilo minha filha, tudo está no controle e no devido lugar”. Acho que ele olha para mim na intenção de obter alguma concordância no meu rosto a respeito do seu discurso, por isso, sempre dou um pequeno sorriso, mesmo que meio sem graça, para que ele se sinta confiante. O que os bebês não fazem pelos seus pais, não é verdade?

Mas pensando bem o que pode dar errado? O papaizinho cuida de um rebanho na igreja com vários problemas diferentes, por isso, cuidar de um bebê de sete meses não vai ser nada demais, ele vai tirar isso de letra... Será mesmo? Cuidar de um bebê talvez seja mais complicado que um rebanho.

Mas como ele mesmo já me explicou várias vezes: “Miguel quando a situação for difícil e até mesmo fácil, a solução será sempre falar com Deus, ou seja, cair na oração”. Por isso acho que vou encerrar esse meu blá,blá,blá com vocês e vou falar com a Pessoa Certa, que pode realmente me ajudar de verdade.

Bem com isso não estou desprezando a intercessão dos meus amigos bebê, mas estou aprendendo a colocar minhas preocupações no lugar certo.

Agora eu estou entendendo quando o papaizinho fala para as pessoas que descansar no Senhor é entregar para Ele nossas preocupações. Caramba... como é bom falar com vocês meus coleguinhas, toda vez que eu paro para escrever para vocês acabo descobrindo alguma coisa importante para minha vida e para a de vocês também.
Bem agora o soninho apertou e eu tenho que voltar para o meu quarto engatinhando na ponta dos joelhos para não acordar ninguém.

Bjos do MIguel

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Eu não vou crescer, não quero correr o risco de virar esse "tal de autônomo".





E VOCÊ AMA A SUA?



OI pessoal!!


Estou aqui nesta manhã para dividir com vocês uma coisa que concluí ontem à noite: "Vou conversar com meu Pai do céu para que Ele me deixe pequenininho para sempre(como a foto abaixo)".

........................Niguem vai perguntar por quê?... Bem, de qualquer jeito vou responder, quem sabe tem um visitante curioso que deseja entender meus motivos.

Tudo começou quando meu Pai me falou no final da tarde: “Miguel, hoje é dia de cultuarmos ao Senhor”. Mesmo sendo um bebê já entendi que isso significa que nós vamos para a igreja. Quando chegarmos, vamos encontrar um montão de gente boa, vamos cantar, vamos conversar com Jesus, vamos ouvir meu pai (o da terra) falar do livrão preto e vamos sentir a sensação de estarmos num lugar bem diferente do que é a vida no seu dia a dia. Meu pai costuma definir tudo isso como ambiente da Graça.

Por tudo isso, eu me sinto muito bem na igreja, principalmente "no momento que o pessoal chama de culto". É pena que a igreja do meu pai (ops, do meu pai não, ela é de Jesus, meu pai só fica de ajudante) só tem culto em dois dias na semana e mais a “Escola de Teologia”, que ele não me deixa ir porque é mais estudo teológico (segundo ele, eu não vou entender nada, duvido, mas tudo bem).

Mas vamos voltar para ontem. Quando o tal do culto começou (a parte que eu mais gosto), olhei para os lados e percebi que faltava muita gente naquela noite. Antes de o meu pai falar do livrão preto, ele comentou que naquela noite não tinha na igreja nem 40% do total de pessoas que congregam ali conosco. Disse também, já dentro da Palavra, que o joio sempre habitará com o trigo até a consumação dos tempos, mas que não é por isso, que nós (trigos, se somos?) devemos aceitar ter comportamento de joio, não foi para isso que Deus nos tirou do reino das trevas.

Ele falou também que é hora das pessoas entenderem que o compromisso com o culto coletivo não pode ser descartado por qualquer motivo e que hoje isso está acontecendo com muito facilidade. Falta conscientização da igreja para algo que é inerente a ela: "Prestar o culto coletivo a Deus com todos os seus membros".

Ele citou também uma matéria colocada num portal americano que explica o seguinte fenômeno que está acontecendo nos Estados Unidos: “ o número de cristãos está diminuindo, mas as igrejas grandes estão crescendo e as pequenas fechando”. O cristão está fazendo a opção por uma coisa chamada pelos adultos que falam bonito de pós-modernismo, ou seja, ser um cristão autônomo (entre linhas deve-se entender joio). Autônomo nesse caso significa que ele (o cristão?) decide como cultuar, a que hora, quando vai à igreja, não se submete a autoridade pastoral, não presta conta de sua relação com o “Corpo do Salvador”, o que numa igreja grande é perfeitamente possível de se viver, exceto em algumas exceções.

Confesso a vocês que eu fiquei preocupado com meu pai. Poucas vezes percebi meu pai tão decepcionado com o comportamento da igreja.

Por isso mesmo, para não crescer e ficar igual a esse "tal de autônomo", que no fundo perdeu o gozo pela igreja e pelo culto, não sabendo mais o que é ser humilde como Jesus, foi que eu decidi conversar com meu  Papai do céu e ficar pequenininho, mas um pequenininho que ama está na casa de adoração ao Senhor.

Se tiver algum autônomo ai, lembre-se: de um joio pode (pelo poder do Espírito) brotar um belo trigo.
ps: gostaria de ouvir sua opinião sobre esse tema

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